Desenho de armazém e fluxo físico: a margem perde-se a andar

Desenho de armazém e fluxo físico: a margem perde-se a andar

Um armazém não ‘fica desarrumado’: é desenhado, sem querer, para criar percursos, toques e urgência. Eu diagnostico o fluxo físico com sinais simples: quantas vezes tocas numa peça, quanto ela viaja e onde a promessa se parte.

7 min
Hernán Villalba Muzzin

Hernán Villalba Muzzin

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Leitura
    • metros a andar
    • peças movidas “só por um momento”
    • danos por manipulação repetida
    • kits incompletos que geram reexpedições
    • urgência criada por “não aparece”.
    • direção vs cruzamentos
    • saída a guiar vs stock a mandar
    • linguagem de localizações vs memória
    • separação de estados
    • picking por rota vs por pressão
    • toques por linha.
Imagen 1 — Desenho de armazém e fluxo físico: a margem perde-se a andar
Auditoria Estratégica

Pontos chave de controle: Desenho de armazém e fluxo físico

  • Existe um padrão definido para esta operação?
  • As mesmas dependências se repetem semanalmente?
  • O equipe conhece o critério exato de decisão?
  • Há visibilidade do verdadeiro gargalo do processo?

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