PIM e catálogos: o caos de dados que te faz vender uma cozinha e fabricar outra

PIM e catálogos: o caos de dados que te faz vender uma cozinha e fabricar outra

Quando o teu catálogo é um misto de PDFs, folhas, renders e ‘o que vendas disse’, não tens produto: tens versões. Como eu identifico dívida de dados, onde o catálogo parte e quando PIM deixa de ser ‘software’ e passa a ser margem.

3 min
Hernán Villalba Muzzin

Hernán Villalba Muzzin

Autor do artigo

Leitura
    • catálogo comercial vs fabricável
    • variantes sem gramática
    • renders/configuradores sem regras.
    • bom “por hábito”.
    • quantas fontes de verdade tens?
    • consegues invalidar combinações antes do orçamento?
    • mudanças deixam rasto ou perdem-se em mensagens?
    • consegues ligar encomenda → definição sem arqueologia?
    • pim como armazém de pdf
    • atributos sem regras de uso
    • exceções sem controlo
    • línguas diferentes entre vendas/técnico/operações
    • esperar que o software faça governação sozinho.
    • linguagem única de produto
    • orçamento valida antes de prometer
    • gabinete técnico executa regras
    • compras/produção com definições estáveis
    • instalação com informação acionável.
Imagen 1 — PIM e catálogos: o caos de dados que te faz vender uma cozinha e fabricar outra
Auditoria Estratégica

Pontos chave de controle: PIM e catálogos

  • Existe um padrão definido para esta operação?
  • As mesmas dependências se repetem semanalmente?
  • O equipe conhece o critério exato de decisão?
  • Há visibilidade do verdadeiro gargalo do processo?

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